Nota informativa

Nota Informativa:

Desejo salientar a todos que acompanham o blog do programa cristocêntrico, que nem todas as matérias deste blog não diz respeito a filosofia ou doutrina da direção do programa cristocêntrico ou da Assembléia de Deus de Caaporã.

A direção.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Deputado Marco Feliciano irá entrar com recurso para tirar BBB 12 do ar


O deputado federal e pastor Marco Feliciano anunciou em seu Twitter que irá entrar com um recurso junto ao Poder Legislativo para retirar do ar o programa Big Brother Brasil 12, veiculado pela TV Globo.

As últimas notícias veiculadas maciçamente na mídia relataram um possível estupro entre os participantes do reality show, o que causou a manifestação de repúdio por parte do parlamentar ao conteúdo do programa, que pretende ser de entretenimento.

“A ruína de um povo começa assim: Estupro na TV BBB, desejo de descriminalizar o aborto, as drogas. Derrota moral”, postou o deputado em sua conta no microblog.

Artistas brasileiros também fizeram protestos indignados contra o reality, em que os participantes mostram que são capazes de tudo pelo prêmio de R$ 1,5 milhão.

“É uma ‘estupidificação coletiva’. A televisão é uma concessão do estado, tem que haver a contrapartida de interesse público”, disse o artista plástico Antonio Veronese, em declaração gravada em vídeo (veja abaixo). “A televisão cria valores falsos (...) antigamente a televisão abria espaço para o talento, hoje abre para a mediocridade”.

Veronese ainda observa que o País passa por uma fase de crescimento econômico e estabilidade, no entanto precisa de investimentos maciços na educação e na cultura sob pena de continuar sendo considerado “um país de terceira classe”, em suas palavras.

Uma petição pública, que será enviada ao Ministério Público Federal, foi criada na internet para recolher assinaturas que engrossem o coro dos descontentes com o conteúdo veiculado no programa.

Entre os evangélicos, diversos líderes cristãos já alertaram sobre os valores inversos à família presentes no roteiro do reality e orientaram os cristãos a boicotarem o programa.

“Esse tipo de programa avilta o ser humano e insulta a Deus”, disse o pastor da Comunidade Cristã Reformada de São Paulo e ex-presidente da organização Visão Mundial, Ariovaldo Ramos ao The Christian Post.

Também o Ministério das Comunicações do BBB vai analisar as imagens em que acontece o suposto estupro entre os integrantes Daniel Echaniz e Monique Amin em um dos quartos da casa em que é filmado o reality.

Caso seja realmente for comprovado que as imagens “causaram constrangimentos” ao telespectador, o ministério irá instaurar um processo cujas sanções incluem multa e interrupção dos serviços da emissora.

Fonte: The Christian Post

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Presbiterianos dizem NÃO ao BBB

Igreja cria site que evangeliza sobre a importância da família

Presbiterianos dizem NÃO ao BBB
Em sua 12º edição, o Big Brother Brasil ainda dá o que falar. Nesta terça-feira o assunto foi a expulsão de um participante e o comportamento de duas evangélicas no jogo. È possivel tirar algo de bom do programa? Para integrantes da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) sim. Eles criaram um blog O Lado B do BBB que orientam sobre dos valores inversos à família. E aconselha os leitores a uma vida nova com Jesus.

O 'Lado B do BBB' cita o porquê das escolhas dos perfis dos participantes. Ele aponta que o critério não passa de um jogo de interesse da emissora. Em uma das notas, o blog alerta para que a igreja evangélica deve se posicionar com clareza contra esse tipo de entretenimento, que tem por princípio chamarizes filosóficos a imoralidade, a pressão psicológica, a promoção intencional de intrigas e a instabilidade emocional dos participantes."É uma decisão ideológica vulgarizar a sexualidade à exaustão para que tudo pareça normal em nome do desejo sexual, ao invés de reforçar a sacralidade, religiosa ou não, dos valores relacionados à fidelidade no casamento e ao respeito pela família base da sociedade."

A rejeição ao BBB 12 esta semana ganhou apoio de Helena Tanure, lider de intercessão do Diante do Trono. Ela conclamou os evangélicos descerem do muro. "Mulheres levantem um clamor de misericórdia e coloquem o joelho no chão".


Trecho da Nota postada no 'O Lado B do BBB'

O que poucos talvez percebam é que há uma ideologia por trás das escolhas apontando diretamente para certa eugenia social sofisticada e maligna que privilegia uma agenda política de exposição de determinados segmentos e grupos organizados em detrimento de outros.

Uma espécie de eliminação dos menos privilegiados, não porque são mais fracos ou incapazes de sobreviver como na natureza, mas porque simplesmente eles não interessam a quem realmente decide o que deve interessar ou não interessar ao país e ao mundo.

É uma decisão ideológica privilegiar beleza em detrimento de inteligência e competência, de defender a esperteza e o engano sobre o capital intelectual e interpessoal tão importante em todas as áreas da vida.

É uma decisão ideológica vulgarizar a sexualidade à exaustão para que tudo pareça normal em nome do desejo sexual, ao invés de reforçar a sacralidade, religiosa ou não, dos valores relacionados à fidelidade no casamento e ao respeito pela família base da sociedade.

É uma decisão ideológica fomentar o materialismo levado ao extremo pela ambição de ganhar o prêmio a todo custo, no lugar de incentivar o cultivo da espiritualidade e da solidariedade humana, mesmo que seja em um ambiente competitivo.



Fonte: Creio
A direção do Hospital Regional do Agreste (HRA), em Caruaru (130 km do Recife) publicou uma nota informando a proibição.

O barulho das orações e pregações de evangélicos durante a visita a pacientes levou o Hospital Regional do Agreste (HRA), em Caruaru (130 km do Recife) a proibir que pacientes e visitantes se reúnam para fazer orações nas enfermarias e nos corredores do hospital.

A direção do hospital publicou uma nota informando a proibição. De acordo com o UOL o diretor da unidade hospitalar José Bezerra, afirmou respeitar todas as religiões, mas explicou que as pessoas que quiserem realizar orações terão de utilizar a capela ecumênica da unidade, que estará aberta a todos os visitantes e pacientes que desejarem orar.

O motivo para a proibição é, segundo a direção do hospital, o incômodo causado pelas pregações feitas em voz alta durante as visitas, o que vem sendo motivo de diversas reclamações por parte de pacientes e visitantes.

Bezerra disse também em seu comunicado: “Sabemos que existem pacientes que necessitam de um apoio, de uma palavra de conforto, e encontram tudo isso na religião. No entanto, nem todos os religiosos que fazem as visitas têm essa intenção. Muitos, além de visitar o seu paciente, acabam chamando atenção dos outros – muitas vezes a contragosto, porque não são da mesma religião, para que escutem o que eles têm a dizer”.

O diretor do hospital informou também que para garantir que “fatos dessa natureza não voltem acontecer”, os religiosos serão liberados no hospital “apenas para visitas.” E que “caso eles desejem realizar algum tipo de pregação ou oração em conjunto, podem se dirigir para a capela ecumênica do hospital, que está aberta para receber integrantes de qualquer religião”.

A determinação do hospital não foi bem aceita por alguns líderes religiosos: “Sou contra. Temos liberdade religiosa no país, e as visitas aos pacientes termina com uma oração. Se havia excessos, caberia orientar as pessoas que fazem a oração, em vez de as proibir”, afirmou o pastor Arnóbio Silva, da Igreja Evangélica Congregacional Vale da Bênção. Para o pastor a decisão da direção do hospital foi equivocada.

Já o padre Everaldo Fernandes, presidente da Associação Inter-religiosa do Agreste, apoia a proibição. Ele afirma que “é uma boa oportunidade de fazermos uma releitura sobre essa pregação. Não vejo como intolerância religiosa, mas como uma forma de impor nossos limites, que me parece correto. O hospital deixa claro que quer a contribuição da religião, mas não pode dar espaço ao constrangimento”.

O padre completou dizendo: “A religião, assim como a medicina, a advocacia ou qualquer outra crença, tem seus limites éticos. E nós precisamos pensar sobre as nossas práticas, que devem ser éticas, respeitando a todos”.

Fonte: Gospel+
Em um recente desabafo a bispa Sonia Hernandes bateu de frente com os que criticam suas ministrações.

Segundo a Folha Renascer a bispa teria falado no ultimo domingo (15) sobre escolhas, verdades e preconceitos: “Eu falei Deus eu quero ser o que o Senhor enxerga, eu não quero ser essa pessoa que eu enxergo. Se as minhas escolhas foram erradas, me ensina a ter as escolhas certas. Se as minhas verdades são mentiras, eu quero ter verdades verdadeiras (sic). Se as minhas mentiras são preconceitos, são loucuras, são desculpas, eu quero que o Senhor transforme. Eu quero ter a Tua verdade, eu quero andar no Teu caminho”.

Open in new windowSonia Hernandes falou também da saída de vários bispos da denominação e do legado de seu ministério. Ela falou também da experiência vivida com seu filho: “Quando aconteceu isso com o Tido, eu olhei e falei assim: ‘pra que eu vou trabalhar, pra que eu vou querer construir? Quem vai levar para frente (a obra)? Meu futuro tá aqui (bispo Tid)’. Deus tem um caminho para o Tid, Deus tem conservado ele. Aí eu olhei para o meu redor eu tinha umas pessoas que eu achava que eram filhos (bispos, pastores), mas só o sangue de Jesus para ter misericórdia. Eu falei ‘A pra que né, eu vou enterrar meu talento, quer saber já deu né’. Aí o Senhor falou comigo, o teu futuro não está no teu filho, o teu futuro não está em ninguém, o teu futuro está em Mim”, desabafou.

O marido da bispa, o apóstolo Estevam Hernandes, também falou contra seus críticos no programa “Renascer em Revista”. Por três dias consecutivos o líder da Igreja Renascer abordou temas como criticas, mentiras, falar do irmão e pessoas que apontam os erros dos outros.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Cristianismo pode desaparecer no Iraque, Afeganistão e Egito

Presidente da Comissão Norte-americana Pela Liberdade Religiosa Internacional, Leonard Leo discutiu o futuro das minorias religiosas nos países de maioria muçulmana.

O cristianismo pode ser erradicado de países como Afeganistão e Iraque dentro de poucos anos, diz Leonard Leo, presidente da Comissão Norte-americana Pela Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF), agência governamental que defende a liberdade religiosa em todo o globo.

Os cristãos egípcios, acrescenta, possivelmente terão um destino semelhante.

Em uma entrevista recente, ele discutiu o futuro das minorias religiosas nos países de maioria muçulmana, especialmente no Iraque, Afeganistão, Egito e Paquistão.

“A situação é quase a mesma em toda a região do Oriente Médio”, disse. “A fuga dos cristãos daquela região não tem precedentes e cresce a cada ano”.
Desde que a guerra no Iraque começou, em março de 2003, as tropas dos EUA continham o que ameaçava tornar-se uma guerra civil. Mas a situação foi catastrófica para a comunidade cristã, pois a violência contra os cristãos aumentou.

Isso inclui um ataque, em outubro 2010, a uma igreja em Bagdá, quando 58 fiéis foram mortos. Calcula-se que 900 mil cristãos fugiram do país desde então, segundo aponta um estudo recente do Grupo Minority Rights International.

O especialista em liberdade religiosa acusa o governo iraquiano de não tomar as medidas adequadas para proteger os cristãos ou processar aqueles que os atacaram. Ele acrescentou que as minorias religiosas sempre foram parte importante da sociedade iraquiana e seu desaparecimento seria um “problema sério”.

As tropas dos EUA saíram do Iraque em 15 de dezembro, e a retirada final do Afeganistão está muito próxima de acontecer.

O relatório anual da agência que trata da liberdade religiosa mostra que no Iraque continuam ocorrendo “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes dessa liberdade”. Pelo menos metade da comunidade cristã iraquiana deixou o país desde a invasão dos EUA. Em 2003, estima-se que havia cerca de 1,2 milhão de católicos, assírios ortodoxos, armênios (católicos e ortodoxos) além de evangélicos no Iraque.

Hoje, líderes comunitários estimam que o número de cristãos gira em torno de 500 mil.

No Afeganistão, “as condições para a liberdade religiosa continuam problemáticas, apesar de alguns avanços nesse sentido desde a queda do regime talibã, no final de 2001″, diz o relatório da USCIRF. A Constituição que foi elaborado com a ajuda do governo dos Estados Unidos ainda permite que o governo afegão negue a liberdade religiosa para as pessoas das religiões minoritárias, incluindo o cristianismo.

No Egito, de acordo com Leo, a violência e a discriminação contra os cristãos pode inspirar uma migração em massa da população copta daquela nação. Isso significa que os muçulmanos radicais poderão atingir seu objetivo.

“Com o que está acontecendo no Egito e as incertezas atuais, há muito pouco incentivo para que um cristão permaneça na sua terra”, disse Leo. “Não me surpreenderia em nada vermos no Egito o que ocorre em um grande número de outros países, onde as pessoas simplesmente vão embora.”

Mesmo no governo de Mubarak, as autoridades não estavam cuidando das minorias adequadamente. Leonard Leo teme que as novas leis no Egito possam restringir ainda mais as igrejas, o que poderia espantar os membros mais jovens da comunidade copta.

Outros países citados pelo relatório USCIRF, onde as comunidades religiosas minoritárias estão enfrentando ameaças incluem o Irã, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão.

Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Christian Post
Martinho Lutero e seus partidários são excomungados pela bula papal Decet romanum pontificem em 3 de janeiro de 1521.

Ainda assim, não tendo sido condenado à pena de morte, ele continuaria a defender sua doutrina diante da Dieta de Worms.

O Papa Leão X chegou a classificar Lutero como um "alemão bêbado que escrevera as teses", e afirmou que quando estivesse sóbrio mudaria de opinião. Em 1518, ele pediu ao professor de teologia Silvestro Mazzolini que investigasse o assunto. O “protestante” foi então denunciado por se opor de maneira implícita à autoridade do Sumo Pontífice. Declarou Lutero um herege e escreveu uma refutação acadêmica. Nela, mantinha a autoridade papal sobre a Igreja e condenava as teorias de Lutero como um desvio, uma apostasia. Foi a réplica de Lutero que deu início à controvérsia.

Open in new windowLutero participou da convenção dos agostinianos em Heidelberg, onde apresentou uma tese sobre a escravidão do homem ao pecado e à graça divina. No decurso da controvérsia sobre as indulgências, o debate se elevou ao ponto de suscitar a dúvida do poder absoluto e da autoridade do Papa. O argumento era de que as doutrinas de "tesouraria da Igreja" e "tesouraria dos merecimentos" serviam para reforçar a doutrina e a venda das indulgências. O papa ordenou que Lutero viajasse para Roma, coisa que, por razões políticas, nunca ocorreu.

O papa tentou alcançar uma solução pacífica para o conflito e contou com o auxílio de Frederico o Sábio, um protetor de Lutero. Uma conferência com o representante papal Karl von Miltitz em Altenburg, em janeiro de 1519, levou Lutero a optar pelo silêncio.

Lutero negava o direito divino do solidéu papal e da autoridade de possuir as chaves do Céu que, segundo ele, haviam sido outorgadas apenas ao próprio Apóstolo Pedro. Não parecia haver esperanças de entendimento. Os escritos de Lutero, graças à recente invenção da imprensa, circulavam amplamente, alcançando França, Inglaterra e Itália. Estudantes dirigiam-se a Wittenberg apenas para escutar Lutero.

As controvérsias geradas por seus textos levaram Lutero a desenvolver suas doutrinas mais a fundo. O Sermão sobre o Sacramento Abençoado do Verdadeiro e Santo Corpo de Cristo, e suas Irmandades, ampliou o significado da eucaristia para incluir também o perdão dos pecados e o fortalecimento da fé naqueles que a recebem.

O conceito luterano de igreja foi desenvolvido no sermão Sobre o Papado de Roma, uma resposta ao ataque do franciscano Augustin von Alveld, em Leipzig, em junho de 1520. O seu Sermão das Boas Obras, publicado na primavera de 1520, era contrário à doutrina católica das “boas obras” e dos atos como meio de perdão. As obras do crente são verdadeiramente boas se ordenadas por Deus.

Os debates de Leipzig, em 1519, fizeram com que Lutero travasse contato com humanistas como Melanchthon, Reuchlin e Erasmo de Roterdã. O nobre Franz von Sickingen e Silvestre de Schauenburg queriam manter Lutero sob sua proteção em seus castelos, pois não julgavam seguro permanecer em uma Saxônia sob proscrição papal.

Em agosto de 1520, Lutero escreveu À Nobreza Cristã da Nação Alemã em que recomendava ao laicato, como um sacerdote espiritual, que fizesse a reforma requisitada por Deus e abandonada pelo Papa e seu clero. Pela primeira vez Lutero referiu-se ao Papa como o Anticristo.

A 15 de junho de 1520, o Papa advertiu Lutero com a bula Exsurge Domine, que o ameaçava com a excomunhão caso não repudiasse 41 pontos de sua doutrina.

Em outubro de 1520, Lutero enviou ao Papa seu escrito A Liberdade de um Cristão, em que diz: "Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus".

Fonte: Opera Mundi

FG News : Edir Macedo provoca revolta na Record ao falar de morte de jornalista


Enviado por folhagospel em 03/01/2012 13:11:10 (184 leituras)
Edir Macedo causou revolta ao falar do falecimento da coordenadora de Jornalismo da Record em seu blog.

Dono da emissora Record, onde Dayanne Albuquerque - morta em um acidente no último dia 28 - era coordenadora de Jornalismo, Edir Macedo causou revolta ao falar do falecimento da profissional em seu blog.

De acordo com as informações UOL, os funcionários do canal estão revoltados com a abordagem dada ao vídeo postado no blog do bispo, que, segundo eles, dá a entender que Dayanne morreu "porque deixou de ser obreira da Universal".

Intitulado como "Zombei de Deus", o vídeo traz imagens e informações sobre o acidente. "As vítimas foram reconhecidas por familiares e amigos. Entre elas, Dayanne de Souza Albuquerque, que foi obreira da Igreja Universal do Reino de Deus e saiu alegando que queria curtir a vida", diz um dos trechos.


Fonte: Portal Imprensa