Nota informativa

Nota Informativa:

Desejo salientar a todos que acompanham o blog do programa cristocêntrico, que nem todas as matérias deste blog não diz respeito a filosofia ou doutrina da direção do programa cristocêntrico ou da Assembléia de Deus de Caaporã.

A direção.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O dom de profecia

O dom de profecia


O objetivo deste estudo é fazermos uma comparação e diferenciar o dom de profecia do Velho e no Novo Testamento, pois há uma enorme diferença na execução deste. Notemos, porém, uma coisa. Deus não muda nunca, Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre, contudo a Aliança/Testamento foi mudada, e isso provocou muitas mudanças no homem e no relacionamento do homem com o ser humano, isso sim mudou, não Deus. Então neste estudo veremos simplesmente a mudança do dom de profecia, de como ele era antes e como é agora sob a Nova Aliança.
Profeta é aquele que fala por outro; que entrega uma mensagem alheia. Moisés, profeta de Deus. Arão, de Moisés (Êxodo 7:1-2)
Como Deus fala:
1 -
 Através da Bíblia (Salmo 19:8-11; Hebreus 1:1-2).
2 - Através dos homens (
Romanos 10:14).
3 - Através das experiências (
Salmo 119:67,71). 
3 - Através do sobrenatural: Anjos, sonhos e visões. (
Números 12:6; Juizes 2:4)
Para que Deus deu os profetas? 
- Para aperfeiçoamento, edificação e unidade (
Efésios 4:11-13).
- Para edificação, exortação (encorajar, aconselhar) e consolação (
1 Coríntios 14.3) 
- A mensagem do profeta deve atrair o povo para Deus e não para si mesmo ou para outra coisa qualquer.(
1 Samuel 7:3) - (Lamentações 3:40) - (Amós 5:4) - (Zacarias 1:3) - (Malaquias 3:7) 
- Falar uma falsa profecia em nome do Senhor significa transgredir o 3º mandamento: “
Não usarás o nome do Senhor em vão” (Êxodo 20:7). Exemplos de falsos profetas: Jeremias 23; Ezequiel 13.
O profeta e as profecias do Velho Testamento
O Senhor teu Deus te suscitará do meio de ti, dentre teus irmãos, um profeta semelhante a mim; a ele ouvirás; conforme tudo o que pediste ao Senhor teu Deus em Horebe, no dia da assembléia, dizendo: Não ouvirei mais a voz do Senhor meu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra. Então o Senhor me disse: Falaram bem naquilo que disseram. 
Do meio de seus irmãos lhes suscitarei um profeta semelhante a ti; e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. E de qualquer que não ouvir as minhas palavras, que ele falar em meu nome, eu exigirei contas. Mas o profeta que tiver a presunção de falar em meu nome alguma palavra que eu não tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá. Deuteronômio 18:15-20

No versículo 18 diz
 “... poreis as minhas palavras na sua boca...” As palavras de Deus eram colocadas na boca do profeta, ele abria a boca e começava a falar a palavra de Deus. 
Então estendeu o Senhor a mão, e tocou-me na boca; e disse-me o Senhor: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca. Jeremias 1:9

Mas tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir, pois são rebeldes. Ezequiel 2:7
É comum o profeta do Velho Testamento dizer; ASSIM DIZ O SENHOR! Quando transmitia a palavra de Deus: Pois Deus se comunicava verdadeiramente pela boca dos profetas, sendo assim a voz do profeta estava acima até do próprio rei, e não podia ser desobedecida por ser a Palavra de Deus, afinal a Bíblia, que é a revelação não estava completa. Notem também que devido a esse fator, Deus não usava qualquer um, sendo poucos os profetas nos tempos do Velho Testamento, gerando algumas dificuldades, como:
- Pessoas andavam bastante, iam até outras cidades para ouvirem a Palavra de Deus através deste profeta, como foi o caso de Saul procurando Samuel, Naman indo a Eliseu e outros casos.
- Os profetas como interlocutores de Deus em alguns casos eram tidos como culpados por algum mal, ou seja, acreditavam que o profeta tinha amaldiçoado com sua palavra. Veja o caso de Eliseu no cerco de Jerusalém, o rei quis matar Eliseu por causa da guerra.

Então disse ele: Assim me faça Deus, e outro tanto, se a cabeça de Eliseu, filho de Safate, lhe ficar hoje sobre os ombros. II Reis 6:31. Apesar de Deus ter livrado o rei varias vezes pela boca de Eliseu.
- Como os caminhos dos homens não é o Caminho de Deus, vários ou quase todos os profetas foram mortos por falar a verdade e recriminar o pecado dos poderosos.
 
Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, apedrejas os que a ti são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e não o quiseste! Mateus 23:37. Palavra de Jesus sobre os profetas verdadeiros.
Dificuldades em profetizar no Velho Testamento

domingo, 11 de novembro de 2012

Para onde vai nossa alma depois que morremos?

 Para onde vai nossa alma depois que morremos?

Por André Sanchez
vida após a morte, céu, inferno, alma, salvação, condenaçãoSe você quiser fazer uma pergunta  clique aqui!
#VocêPergunta: Para onde vão as almas das pessoas depois que elas morrem? Elas já vão para o céu e para o inferno ou permanecem em algum lugar intermediário dormindo? As almas dos falecidos conseguem se comunicar com os vivos e interagir com o nosso mundo?
Caro leitor, todas as almas são propriedade exclusiva de Deus. Ele as criou e elas são Dele. Assim, a Bíblia diz que quando uma pessoa morre, seu espírito volta a Deus. “e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.” (Ec 12. 7).
A morte também sela o destino da pessoa. Todos morrem ou salvos ou condenados. Ninguém morre com seu destino final indefinido. Assim, a morte é a batida final do martelo na vida de todos nós. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hb 9. 27). Morremos uma só vez e depois disso vem sobre nós o juízo. O “juízo” já é uma espécie de julgamento que separam salvos e condenados após sua morte. Esse juízo de Deus separa os salvos para o céu e os condenados para o inferno. Todos, em seus respectivos lugares, aguardam a volta de Jesus Cristo e o dia do grande juízo final.
A Bíblia não nos autoriza a pensar que o espírito fica dormindo aguardando a segunda volta de Jesus Cristo ou em um lugar intermediário. O nosso espírito fica consciente após a morte e aguarda o cumprimento de toda a palavra de Deus na volta de Jesus Cristo (os condenados aguardam no inferno e os salvos no céu). Alguns textos nos indicam essa realidade. Um deles é o que mostra o ladrão que se arrependeu ao lado de Jesus na cruz.“Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.” (Lc 23. 43). Observe que Jesus lhe promete que, após morrer, já se apossaria do paraíso, sem lugares intermediários.
Outro texto que apóia essa realidade é a parábola de Jesus a respeito do rico e do mendigo. O rico morre e vai para o inferno. O mendigo de nome Lázaro também morre, mas vai para o céu. “Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.” (Lc 16. 22-23). Nenhum deles se encontra dormindo. Todos estão acordados e conscientes.
Jesus não usaria uma inverdade como pano de fundo de uma parábola. Assim, essa parábola aponta sim para o destino final de cada um de nós após a nossa morte: Conscientes e já no lugar determinado por Deus.
Com relação a comunicação de vivos com espíritos de pessoas falecidas, não há essa possibilidade. A Bíblia não diz nada que apóie essa ideia, pelo contrário, é totalmente contrária a essa prática. “Quando vos disserem: Consultai os necromantes [pessoas que consultam os mortos] e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?” (Is 8. 19).
Qualquer tipo de comunicação com pessoas falecidas, na verdade, é uma comunicação com demônios enganadores, pois as pessoas falecidas, como demonstrado acima, estão já em seus lugares determinados por Deus aguardando o grande dia da volta do Senhor Jesus Cristo e o cumprimento de toda a palavra determinada por Deus

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Cachalote com 13 metros aparece

Cachalote com 13 metros aparece 

Baleia estava com ferimentos graves quando foi encontrada.
Espécie corre risco de desaparecer da natureza, afirma organização.

Do Globo Natureza, em São Paulo
1 comentário
Uma baleia-cachalote (Physeter catodon) encalhada em uma praia de Knokke-Heist, naBélgica, atraiu a atenção de moradores nesta quarta-feira (8).
O exemplar, com 13 metros de comprimento, estava muito ferido e com sangramento.
Equipes de resgate não puderam ajudar o mamífero aquático no retorno ao mar devido ao seu estado debilitado. Esses animais podem alcançar até 18 metros de comprimento.
A espécie, considerada vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês), pode ser encontrada em quase todos o planeta. Ainda segundo a organização, existem cerca de 100 mil espécimes espalhadas pelos oceanos.
baleia-cachalote encontrada morta em praia da Bélgica (Foto: Kurt Desplenter/AFP)Baleia-cachalote é encontrada encalhada em praia da Bélgica. (Foto: Kurt Desplenter/AFP)
O mamífero aquático, com 13 metros de comprimento, estava muito ferido e encalhado. O espécime não pode ser devolvido ao mar por estar debilitado demais (Foto: Kurt Desplenter/AFP)O mamífero aquático, com 13 metros de comprimento, estava muito ferido e encalhado. O espécime não pôde ser devolvido ao mar por estar debilitado demais. (Foto: Kurt Desplenter/AFP)

Baleia ou peixe? Eis a questão.

Baleia ou peixe? Eis a questão.
Os crentes que se envolvem em debates com ateus e céticos provavelmente conhecem a questão:Jonas foi engolido por uma baleia (como diz Jesus) ou por um peixe (como diz o livro de Jonas)?
A contradição surge quando comparamos as traduções para o português do livro de Jonas feitas a partir do Texto Massorético com a tradução para o português de Mateus 12:40. Por exemplo, na versão "Corrigida e Fiel" da tradução Almeida:

"Preparou, pois, o Senhor um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe." (Jonas 1:17)

"Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra." (Mateus 12:40)

Pela moderna biologia, baleias não são peixes. São mamíferos. Pela literalidade do texto em português, ou Jesus propositadamente contradisse Jonas (mostrando-se uma contradição bíblica), ou contradisse ingenuamente (mostrando o desconhecimento de que a baleia não é peixe). De um jeito ou de outro, é um problema bíblico. Como resolver isso?
A contradição é meramente aparente. Surge no momento da tradução. Os escritores do Novo Testamento usavam uma versão do Antigo Testamento (incluindo o livro de Jonas) chamada "Septuaginta". Foi preparada séculos antes de Cristo, por conta da helenização dos judeus (seja na diáspora, seja por conta do império de Alexandre, que promovia a cultura grega). Quando observamos o texto da Septuaginta e o texto de Mateus 12:40, vemos que a contradição simplesmente desaparece. Apresentamos logo abaixo os textos de Jonas e Mateus, em seus originais gregos.
Antes, porém, um comentário: a versão grega do Antigo Testamento algumas vezes usa numeração distinta de capítulos e versículos para o mesmo texto. O texto que está no texto massorético (hebraico) em Jonas 1:17 está na Septuaginta em Jonas 2:1. A distinção não altera o texto, apenas a forma de encontrar os versículos (como livros que hoje em dia, em tamanhos diferentes, são publicados com números distintos de páginas, mas que o conteúdo é o mesmo).

"σπερ γρ ν ωνς ν τ κοιλίᾳ το κήτους τρες μέρας κα τρες νύκτας, οτως σται  υἱὸς τοῦἀνθρώπου ν τ καρδίᾳ τς γς τρες μέρας κα τρες νύκτας." (Mateus 12:40)

"κα προσέταξεν κύριος κήτει μεγάλ καταπιεν τν Ιωναν κα ν Ιωνας ν τ κοιλίᾳ το κήτους τρεςμέρας κα τρες νύκτας " (Jonas 2:1, LXX)


Perceba o leitor que as porções sublinhadas são literalmente idênticas. Como dito, ambos apresentam a mesma expressão grega para o animal marinho: το κήτους, que é o genitivo de  κτος (artigo + substantivo). Não cabe aqui explicar o que é um genitivo (basta consultar qualquer gramática grega sobre o tema). O substantivo κτος ("kêetos") significa "baleia" (dando origem ao português "cetáceo"), mas segundo o Greek-English Lexicon de Henry George Lidell e Robert Scott, pode designar qualquer monstro marinho ou peixe gigante. Pode ser conferido no endereço:

A oração de Jonas, que começa no texto massorético está em Jonas 2:1, na Septuaginta está em Jonas 2:2, e repete a mesma expressão grega:

"κα προσηύξατο Ιωνας πρς κύριον τν θεν ατο κ τς κοιλίας το κήτους" (Jonas 2:2, LXX)

Portanto, não existe contradição entre o texto de Jonas e o texto de Mateus, quando comparados no mesmo idioma. O que pode existir é um problema na limitação da língua hebraica antiga, já que a expressão hebraica DAG (דג) originalmente significa "peixe". Mas como dito, κτος também pode significar “grande peixe”.



Gyordano Montenegro Brasilino

segunda-feira, 5 de novembro de 2012



PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
2º Trimestre 2012
Tema: As Parábolas de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa, Telma Bueno, Verônica Araujo


LIÇÃO 12 – AS DAMAS DE HONRA


Texto bíblico     Mt 25.1-8
Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo.
Cinco delas eram insensatas, e cinco prudentes.
Ora, as insensatas, tomando as lâmpadas, não levaram azeite consigo.
As prudentes, porém, levaram azeite em suas vasilhas, juntamente com as lâmpadas.
E tardando o noivo, cochilaram todas, e dormiram.
Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!
Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas.
E as insensatas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando.


Objetivos      Após a aula seu aluno deverá compreender a necessidade de estar preparado    
                      para a volta de Jesus, bem como saber explicar o significado da parábola.


Introdução
Na lição de hoje “as damas de honra” estaremos estudando a parábola da Dez virgens,
parábola esta relacionada a volta de Cristo, registrada em Mateus 25, ela tem como propósito mostra que o servo prudente deve sempre se manter o seu deposito cheio.
Quanto a sua aplicação, ela nos instrui que devemos buscar constantemente o azeite do Espírito, para enfrentarmos o esfriamento dos últimos dias.


I-O Casamento
Para compreendermos bem a parábola das dez virgens, precisamos saber como se realizava um casamento nos dias de Jesus.
O primeiro passo no processo de um casamento judaico era a escolha, por parte do pai do noivo, da moça que deveria casar com seu filho. Essa escolha dependia de diferentes razões: uma ligação de famílias, uma aliança política, uma questão econômica. O casamento por amor, em geral, ficava como uma questão secundária.

O pai podia delegar essa tarefa a outra pessoa, que trataria também de todos os demais acertos para a realização do casamento. De uma forma clara, vemos isso quando Abraão mandou seu servo, com plenos poderes,
 obter.. uma noiva para seu filho Isaque e combinar o casamento. Posteriormente, apareceu a figura do "agente de casamento" (li Shadkan", em hebraico). Depois de feitos todos os contratos, o noivo assumia os compromissos estipulados.
Embora fosse um casamento arranjado, a noiva poderia consentir ou não com o casamento.

Se consentisse, havia, então, uma cerimônia pública, sob o pálio nupcial, expressando a intenção dos noivos de se tornarem esposos. O moço e a moça estavam "desposados" (nessa situação encontravam-se José e Maria, quando o anjo anunciou-Ihes o nascimento de Jesus). Entretanto, os noivos ficavam separados. Era o tempo para o noivo preparar o lugar de residência da nova família, e, para a noiva, era tempo do preparo pessoal.

No dia marcado para a celebração do casamento, a noiva esperava o noivo, pois ele viria buscá-Ia para levá-Ia à casa de seus pais, onde se realizaria a boda. A hora da chegada do noivo era uma surpresa. Sendo à noite, a noiva e sua comitiva esperavam com lâmpadas acesas. Acompanhado de sua própria comitiva, o noivo chegaria a qualquer momento. A noiva e suas companheiras deveriam estar preparadas com lâmpadas acesas, aguardando o noivo.

Como saberia a noiva que o noivo estaria chegando? Era costume que um membro da comitiva do noivo, ao chegar perto da casa da noiva, gritasse: "Eis o noivo!". Então tocavam o "shofar" (chifre de carneiro). E ao som desse instrumento, o noivo conduzia a noiva pelas ruas da vila até a casa dos seus pais, para a celebração do casamento. O clímax de tudo era o jantar, seguido, no geral, por sete dias de festa, comida, dança e celebrações. Então o noivo e a noiva partiam para sua nova residência.

(fonte: Por: Erasmo Ungaretti   www.adorar.net )


II- Dez damas de honra
No casamento judeu , que não é como os casamentos que temos hoje, a noiva esperava pelo Noivo que lhe viria buscar, como já foi dito no texto acima. Enquanto ela aguardava, a noiva tinha dez companheiras as virgens, as quais saiam ao encontro do noivo.
Erroneamente, alguns consideram que as virgens , que estão separadas em dois grupos, representam a igreja, porem um estudo mais elaborado mostra que não, há um significado especifico para as dez virgens. Contudo a parábola pode ser usada como uma referencia ao estar ou não preparado para a volta de Jesus, contudo é necessário considerar o caráter escatológico da parábola.

III- Compreensão da parábola
A parábola das dez virgens possui alguns elementos que se diferenciam no seu significado, para compreendermos melhor é necessário separar os elementos, pois atualmente muitas pessoas erram na interpretação desta parábola, alguns pregadores ensinam que as virgens se referem a igreja, sendo que as prudentes se referem a aqueles que estão preparados, enquanto as loucas são as que não estão preparados para a volta de Cristo.
Como já disse anteriormente, elas podem ser usadas como exemplo, porem a sua significação é bem diferente disto:
A parábola das dez virgens é de caráter escatológico, por isso cada elemento tem a sua interpretação própria, observe:
O Noivo
Sem sombra de duvida, o noivo simboliza Jesus, assim  como o noivo do casamento judeu vinha para buscar sua noiva, para irem morar na sua residência, assim também Jesus voltará para buscar a sua noiva, a Igreja.
 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.
E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. (Jo 14.1-3)

A Noiva
A noiva evidentemente representa a Igreja de Cristo, o que alias vale lembrar que todas as vezes que a Bíblia se refere a Igreja não a menciona no plural, o que de imediato descarta que as dez virgens representem a igreja, na parábola o noivo ia ao encontro da NOIVA, a qual possui dez virgens que faziam parte do seu “cortejo” portanto a Igreja não é a dez virgens.
Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou, (Ap 19.7)

As dez virgens
Como já mencionei acima, as virgens não representam a igreja como alguns afirmam, embora se possa usar a atitude das virgens na espera do noivo, mas  na verdade, a parábola por ser escatológica simboliza  Israel,  os dois grupos distintos simbolizam :

a) As loucas – representam os judeus que iram aceitar o anti-cristo, ou seja, fazer um pacto.
b)As prudentes – representam os judeus ortodoxos que não iram aceitar o pacto com o anti-cristo


IV- O ensino principal da parábola
A parábola das dez virgens, pode ser empregada na sua tipologia, ou seja, as atitudes das dez virgens em estar ou não preparadas.
Embora o Senhor tenha prometido voltar para buscar a sua igreja, não disse o dia da sua volta, mas ordenou a estarem alertas e vigilantes.
De forma semelhante isto foi empregado na parábola dos talentos, a qual os servos não sabiam a honra em que o seu senhor viria para lhes cobrar a prestação de contas.
De igual modo, na igreja há pessoas que vivem sem se importar em estar preparado para volta de cristo, vivem desapercebidas, algumas infelizmente não tem mais esperança. De fato vivem como loucos, nescios.
Outros são prudentes, tem esperança, e esperam a volta do Senhor, estão vigiando.

Conclusão
"À meia-noite, ouviu-se um grito: 'O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!'
Apesar de parecer que Jesus estar tardando em voltar como alguns nos tempos de Pedro questionavam, Ele virá buscar a sua Igreja, a Noiva, no tempo determinado por Deus.
Portanto estejamos vigilantes :
  Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. 
Amém; vem, Senhor Jesus. (Ap 22.20)


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A morte de Amy Winehouse e John Stott

A morte de Amy Winehouse e John Stott

 morreu aos 90 anos. Amy morreu aos 27 anos. altStott morreu de complicações decorrentes da idade. Amy morreu de “causas desconhecidas”, mas, ao que tudo indica ocasionada por uma overdose.
Stott morreu em casa ouvindo “O Messias” de Handel e cercado por amigos que se revezavam na leitura de textos bíblicos. Amy morreu em casa. Sozinha.
Stott escreveu dezenas de livros de conteúdo cristão que se tornaram luzeiros para a fé de milhões de cristãos em todo o mundo. Obras como “Crêr é também pensar”, “A cruz de Cristo”, "Ouça o Espírito, ouça o Mundo" e diversas outras obras. Ao lado de Billy Graham fundou o Movimento Internacional de Evangelização Mundial Lausanne. Dedicou sua vida ao treinamento e ao ensino de milhões de líderes nas regiões mais carentes de treinamento teológico do mundo, dentre elas, a América-Latina. Amy se tornou conhecida por sua melodiosa voz que cantava letras que evocavam tristeza, desespero e solidão. Ela enterrou o seu próprio coração em uma das suas canções.
Stott sempre será lembrado por sua simplicidade, humildade e dedicação em defesa da causa do Evangelho. Amy sempre será lembrada por suas performances de embriaguez e seus usos de drogas. Por sua aparência cada vez mais frágil diante da luta perdida contra o vício.
Em todo o mundo, apenas os cristãos protestantes lamentaram a morte de Stott. Não foi noticiado por nenhuma grande rede de TV. Nenhum jornal ou revista da chamada “mídia secular” escreveu nem mesmo uma nota sobre a sua morte. Mas, sua vida está escrita na memória e no coração de milhões.
Em todo o mundo, a morte de Amy foi noticiada exaustivamente. TV, rádio, jornais e revistas dedicaram páginas e páginas, horas e horas de cobertura a morte “prematura” daquela jovem "tão promissora" que seguia o exemplo de tantos outros antes dela.
John Stott foi pranteado com esperança por aqueles que eram seus amigos e compartilhavam sua fé em que a morte é apenas o início de uma abundante e plena vida ao lado de Cristo na eternidade. Amy foi pranteada por milhões de fãs e amigos, conhecidos e desconhecidos, e principalmente, por seu pai e sua mãe, que não cansavam de repetir: “Nos últimos dias, ela estava bem”. Seu pranto era pela perda. E apenas isso. Talvez muitos deles pensem que a morte “é o fim”. Amy agora sabe que não é.
Stott morreu numa casa simples, num acampamento pra idosos, propriedade da Igreja Anglicana. Amy morreu numa bela mansão em um bairro nobre de Londres.
Stott não deve ter deixado muito de herança material. Mas, sua herança espiritual é inestimável. Amy deixou milhões de dólares, cuja parte o pai reverterá para ajudar no tratamento de pessoas vítimas do álcool e das drogas. Talvez seja uma forma “de dar sentido a tudo isso”.
Stott sempre estava sorrindo. Amy parecia não ter motivos para ser feliz.
Parece que para o mundo, a morte de Stott não fez nenhuma diferença. Mas, é notório que para o mundo, a morte de Amy foi uma perda inestimável.
Stott morreu crendo na suficiência única e exclusiva do sacrifício de Cristo para ofertar graciosamente ao homem a salvação. Amy...não sei no que ela cria. Mas, por sua vida, pode-se afirmar que não havia experimentado uma nova vida em Cristo. Nele há esperança. Nele há alegria. Nele há sentido para quem somos e o que fazemos com nossa existência. Stott morreu e foi para o céu.
Anonimo.