Nota informativa

Nota Informativa:

Desejo salientar a todos que acompanham o blog do programa cristocêntrico, que nem todas as matérias deste blog não diz respeito a filosofia ou doutrina da direção do programa cristocêntrico ou da Assembléia de Deus de Caaporã.

A direção.

sábado, 21 de julho de 2012


Ex Pastor  Presidente da Assembléia de Deus da Madureira em João Pessoa-PB, João de Deus se converte ao Islamismo.

quarta-feira, 11 de julho de 2012




Ariovaldo Ramos  Igreja x Política


Templo de Salomão: IURD disponibiliza vídeo ao vivo da construção de sua nova sede

O bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), mandou instalar uma câmera de vídeo em cima de um prédio na Avenida Celso Garcia, no Brás, zona leste de São Paulo, para transmitir 24 horas por dia imagens do terreno onde será construída a nova sede mundial da sua igreja. Junto com a parafernália [...]

bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), mandou instalar uma câmera de vídeo em cima de um prédio na Avenida Celso Garcia, no Brás, zona leste de São Paulo, para transmitir 24 horas por dia imagens do terreno onde será construída a nova sede mundial da sua igreja.
Junto com a parafernália eletrônica para exibir imagens também são pedidas doações. “Essa obra necessita de sua ajuda. Os recursos para a construção do templo, virão do povo da Igreja Universal do Reino de Deus. Contudo, não são exclusivos. Todos são bem vindos para ajudar, e poderão participar desta construção”, diz texto escrito no blog de Macedo. O valor mínimo é de R$ 20.
A nova sede da IURD será uma réplica do Templo de Salomão, de Jerusalem, com 55 metros de altura. Está orçada em R$ 200 milhões. Conforme mostrou o blog em agosto quando foi lançada a pedra fundamental, o novo templo terá 12 andares, dois subsolos e capacidade para 10 mil pessoas sentadas. Ocupará uma área de 23.194 metros quadrados no quadrilátero formado pela Celso Garcia, João Boemer, Behring e Júlio César da Silva. A previsão é entregar as obras até 2014.
Veja a construção  da réplica do templo de Salomão ao vivo: www.otemplodesalomao.com/live.html
Fonte: Estadão / Gospel Prime

Morre a esposa do pastor David Wilkerson

Os quatro filhos do casal enviaram nota falando sobre a morte de Gwen que tinha 81 anos
  • por Leiliane Roberta Lopes

    Morre a esposa do pastor David Wilkerson
    Faleceu na última quinta-feira (5) Gwen Wilkerson, 81 anos, esposa do reverendo David Wilkerson, autor do livro “A cruz e o Punhal”. O pastor faleceu em abril do ano passado, vítima de um acidente de carro, e agora, mais de um ano depois foi sua companheira quem partiu.
    “Ela foi estar com Cristo” disseram os filhos Debbie, Bonnie, Greg e Gary Wilkerson. A morte do marido foi um dos últimos desafios que Gwen precisou enfrentar, pois por muitas vezes ela precisou lutar contra um câncer.
    Seus familiares relatam que em todos os momentos ela esteve firmada na fé em Deus. “Ela teve uma fé inabalável”, disseram os filhos.
    A página do ministério “Desafio Jovem”, criado por seu marido para resgatar jovens problemáticos, recebeu inúmeras mensagens desejando conforto para os familiares. Sobre os integrantes desse ministério, os filhos do casal disseram: “Ela orou por vocês diariamente e sempre considerou um grande privilégio ser parte do ministério”.
    Pessoas que nunca encontraram com Gwen, mas eram ajudadas pelo World Challenge enviaram mensagens de gratidão a Deus pela vida do casal. “Senhor, você usou esses dois servos bons para alcançar milhões de pessoas com esse ministério”, disse um internauta.
    Outro internauta deixou no Facebook a seguinte mensagem: “Eu oro por consolo para Gary e toda sua família. Eu sei que vocês ainda trabalharão pelas pessoas no Desafio Mundial. Obrigado por ser abençoada repetidas vezes pela família Wilkerson

    quarta-feira, 9 de maio de 2012

    Uma desviada falando mal da Assembleia de Deus e Deus é Amor


    Veja até que ponto chega uma pessoa que se desvia da verdade e deseja conciliar a sua vida de pecado com evangelho, serve de alerta que Jesus está voltando, vigia igreja.



    CONSELHOS ÀQUELES QUE PENSAM EM MUDAR DE IGREJA

    CONSELHOS ÀQUELES QUE PENSAM EM MUDAR DE IGREJA

    Por Renato Vargens
    Um náufrago foi encontrado dez anos depois em uma pequena ilha. Quando o capitão do navio de resgate chegou lá notou que havia três cabanas de bambu cobertas com folhas de coqueiro. “Por que três cabanas? Você não ficou aqui sozinho por dez anos?”, perguntou o capitão. “Sim, fiquei”, respondeu o náufrago. E completou: “Aquela primeira cabana é a minha casa e aquela segunda é a minha igreja”. “E o que é aquela terceira cabana ali adiante?”, insistiu o capitão. O magro e barbudo homem, com olhar de desprezo respondeu: “É a minha ex-igreja”
    Pois é, essa pequena e engraçada história nos faz pensar na enorme quantidade de pessoas que trocam de igreja como se estivessem trocando de roupa. Assusta-me o fato de que inúmeros cristãos mudem de igreja com tanta facilidade. Talvez isso se deva ao pluralismo eclesiástico de nosso tempo, onde se é possível encontrar uma variedade enorme de igrejas que anunciam o evangelho de Cristo segundo o gosto do freguês. Isto se vê nitidamente nas pregações temáticas com palestras para empresários, endividados, adoecidos na alma, escravizados e etc.
    Infelizmente, já vi casos de irmãos que com menos de 05 anos de caminhada cristã já passaram pelo menos por cinco igrejas. O interessante é que boa parte destes crentes migradores, ao chegarem a sua nova comunidade o fazem cheios de murmurações e reclamações quanto às comunidades passadas. No entanto, bastam alguns poucos meses de relacionamento com seus novos irmãos, para descobrirem de que essa igreja não é tão ungida quanto se pensava, e que a igreja do lado tem mais propostas a oferecer do que todas as outras que já passou.
    Os que se comportam desta forma justificam suas saídas para uma nova igreja usando desculpas das mais estapafúrdias possíveis. Para estes, o problema é sempre dos outros, além obviamente de justificar seu afastamento afirmando que o pastor é fraco, que a palavra não é ungida, que o louvor não tem poder e que os crentes são falsos e cheios de pecados.
    Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Ainda que saibamos que algumas migrações eclesiásticas são absolutamente legitimas, temos que convir que boa parte destas não possuem o menor fundamento. O fato é que por vivermos em um tempo onde as relações são ralas e superficiais, as pessoas preferem voar como pássaros de igreja em igreja evitando relacionamentos mais íntimos e profundos do que serem confrontadas em seu modo errado de viver.
    Isto posto, resolvi escrever algumas dicas àqueles que pensam em mudar de igreja:
    • Ore.
    • Analise os seus reais motivos. O que será que está motivando a querer mudar de igreja?
    • Cuidado com as suas emoções. Não é porque você se aborreceu com alguém que deve mudar de igreja. Aborrecimentos acontecerão em qualquer Comunidade cristã.
    • Avalie doutrinariamente a igreja que faz parte e a igreja que pretende ir. Lembre-se que igrejas saudáveis possuem um púlpito saudável.
    • A igreja que faz parte possui um governo despótico ditadorial onde o pastor é o ungido do Senhor e não pode ser questionado em absolutamente nada?
    • De que forma a igreja que faz parte lida com o dinheiro?
    • O que você espera de uma igreja? A pregação de todo Conselho de Deus, que lhe confronte ajudando-o a crescer como cristão, ou a ministração de mensagens temáticas que lhe satisfaçam os desejos de uma vida próspera e abençoada?
    • A igreja que você é membro prega “novas” revelações doutrinárias?
    • Se o motivo for razões doutrinárias, esses motivos são realmente importantes?
    • Você se sente tolhido e vítima de abuso espiritual?
    • Converse com seu pastor abertamente sobre o seu desejo e peça conselhos.
    • Ouça pessoas mais maduras e permita o benefício da dúvida.
    • Não seja precipitado. Lembre-se que a precipitação pode levá-lo a experimentar consequências desagradabilissimas.
    Pense nisso!

    terça-feira, 8 de maio de 2012

    Em entrevista exclusiva, Lanna Holder fala sobre homossexualidade, Bíblia e a Cidade de Refúgio

    Não impomos a homossexualidade às pessoas quem vem à Cidade do Refugio, explica


    Fonte: GOSPEL PRIME


    Em 2011 muitos se surpreenderam com a informação de que a missionária Lanna Holder, famosa por pregar em diversas igrejas do Brasil sobre sua libertação do homossexualismo, estaria abrindo uma igreja inclusiva na cidade de São Paulo.
    Com o nome de Cidade Refúgio o ministério é liderado por Lanna Holder e sua atual companheira, Rosania Rocha, uma cantora evangélica com que a missionária começou a se relacionar escolhendo se divorciar de seu ex-esposo e assumir publicamente essa relação.
    O ministério não recebe a compreensão de boa parte dos evangélicos, mas em entrevista à Juliana Brito, repórter do Gospel Prime, as pastoras da Cidade Refúgio dizem que não se incomodam com as críticas, pois apenas quem vive essa situação sabe que a “opção sexual não pode ser mudada”.
    Lanna e Rosania atenderam prontamente nossa repórter e explicaram o que pensam sobre os versículos bíblicos que condenam a prática e afirmam: “A gente entende na realidade, que se a gente for guardar um mandamento da lei, a gente tem que guardar toda ela”, disse a pastora que explica que seu ministério não é uma igreja gay, mas um ministério inclusivo que aceita todas as pessoas.
    Sobre fazer um ministério apenas para dar respaldo para a opção sexual delas, Lanna Holder diz que não, que relutou muito para abrir uma igreja que se não fosse a vontade de Deus elas não teriam levado esse projeto adiante. “A igreja inclusiva não é um respaldo para eu viver a minha homossexualidade, até por que eu deixei bem claro para os cristãos os evangélicos do mundo inteiro, que eu não preciso da igreja pra viver o que eu quero viver”, disse ela.
    Leia:
    Gospel Prime – Lanna, no âmbito pentecostal sua carreira foi singular, sendo a primeira mulher a pregar no Gideões, como você sente em relação a isso?
    Lanna Holder - Uma boa pergunta. Bem… Na realidade, esse disparate de visão, saindo de uma visão completamente fundamentalista e indo pra uma visão totalmente inclusiva, na realidade faz menção ao verdadeiro chamando no qual eu me encontro na atualidade.
    É aquela sensação de que agora eu tenho consciência daquilo que eu estou pregando; aquilo que eu vi acontecendo na minha vida durante muito tempo, no sentido de ter lutado tantos anos contra a minha orientação sexual e até mesmo ter pregado contra isso alegando aquilo que eu aprendi, que a homossexualidade era um influencia demoníaca; e com o passar do tempo o passar dos anos, aquilo que eu pregava começou a ser questionável pra mim mesmo.
    Se era uma influência demoníaca, porque eu continuava sentindo os mesmos desejos? Percebendo que a minha natureza e a minha orientação sexual continuavam sendo as mesmas, embora eu tenha vivido uma abstinência, pelo fato de estar casada na época; e hoje estando com esse chamado, com esse novo ministério inclusivo, é literalmente dar ouvidos a voz do Senhor para a colheita da última hora. É assim que a gente se sente, atuando na vida daqueles que foram excluídos durante tanto tempo, e não imaginavam que teriam esse lugar no meio gospel no meio evangélico. Então é assim que eu me sinto na atualidade.
    GP – Na opinião de vocês as igrejas deveriam abordar de forma mais direta a questão da homossexualidade? Como as igrejas estão tratando esse assunto?
    Rosania - Na minha opinião sim, apesar de eu achar meio complicado por causa da visão que eles -igrejas tradicionais- têm a respeito. É uma coisa que você tem que estar vivendo na sua pele, pra você conseguir administrar na vida de outra pessoa. Eu pelo menos até entendo, não entendo completamente o jeito de agir, mas a postura deles com relação a isso.
    Um pastor em certa vez me falou: “Eu realmente não sei como agir, com essas pessoas”, então eles até querem, mas não sabem como agir. Então eu acho que, ao mesmo tempo em que eles deveriam incluir mais, acredito ser meio complicado para eles fazerem isso, por não entenderem, não sentirem realmente na pele, a situação de cada uma daquelas pessoas.